Seus próprios cabos medem a intenção de voto no campo. A escuta das redes e da imprensa mostra o que se fala em cada cidade. As duas leituras viram ordem de serviço por cabo e pauta de mídia da semana. Não é painel para consultar, e sim instrução pronta para executar.
Nenhuma campanha erra por falta de esforço. Erra por concentrar esforço onde já venceu ou onde jamais vencerá, enquanto a região decidida por margem estreita não recebe visita, material nem pauta. O coordenador local sabe o que se fala no bairro dele; ninguém sabe o que se fala nos quarenta bairros ao mesmo tempo.
Os percentuais acima são referências do setor de consultoria política, usados como ponto de partida. Não constituem medição desta campanha. Todos os parâmetros são ajustáveis na simulação.
Considerando a parcela do orçamento hoje alocada sem dado de território, ao longo das 7 semanas de campanha:
O objetivo aqui não é cortar gasto: é fazer o mesmo orçamento cair onde há disputa real. Campanha não se ganha gastando menos, e sim gastando no lugar certo, antes do adversário.
Metade das ferramentas do mercado entrega escuta. Esta entrega medição própria e decisão de campo.
A pesquisa de campo é coletada pela própria campanha e não depende de plataforma nenhuma: ninguém corta esse acesso. Sobre as demais fontes, a distinção abaixo está aqui porque fornecedor sério não promete o que não controla. As plataformas mudam regra de acesso sem aviso, e quem assinou promessa impossível fica inadimplente no meio da campanha.
Dado próprio da campanha, mais acesso por interface oficial, estável e contratualmente assegurado durante toda a vigência. É sobre estas fontes que a obrigação de entrega é assumida.
Instagram e Facebook não oferecem interface pública que permita leitura de território. A Meta encerrou o CrowdTangle em 2024 e restringiu o sucessor à pesquisa acadêmica. A coleta é feita por outros meios, com boa taxa de sucesso, mas sem garantia contratual de continuidade.
O custo de acesso às plataformas de dados está integralmente contemplado no pacote. Não há cobrança por volume de coleta, franquia de consulta nem repasse de licença ao contratante.
A entrega é escalonada, e a ordem foi escolhida a partir do que gera valor mais cedo. A pesquisa de campo entra primeiro porque não depende de integração com terceiros: o cabo sai medindo na semana 1. A escuta de redes e imprensa exige calibragem por território e é construída em paralelo, sem prender o resto. As semanas abaixo são contadas a partir da contratação.
Cabos cadastrados por território, QR distribuído e primeira coleta de intenção de voto acontecendo na rua. A campanha já produz dado próprio.
Intenção de voto por cidade e bairro, evolução, comparativo com o adversário e produtividade por equipe. Acesso do administrador da campanha.
Mapa de pauta por território, alerta de crise e leitura da movimentação do adversário. Construída em paralelo desde a semana 1 e ligada ao painel ao ficar calibrada.
Ordem de serviço individual por cabo e recomendação de canal, tema e conteúdo, com revisão semanal fixa até o dia do pleito.
O período de operação coincide com a fase decisiva do calendário: é nas últimas semanas que o eleitor indeciso define voto e que a alocação de equipe e material tem maior efeito marginal. Quanto antes a contratação, mais semanas de regime completo, já que a calibragem da escuta consome prazo fixo.
"Redirecionado" significa orçamento que passa a ser alocado com leitura de território. Não representa economia nem valor devolvido ao caixa. A campanha gasta o mesmo; muda para onde vai. Esta proposta não promete resultado eleitoral: resultado depende de candidato, partido, conjuntura e execução, variáveis fora do alcance de qualquer ferramenta. O modelo acompanha a entrega escalonada: a pesquisa de campo já redireciona parte do esforço na semana 1 e o regime completo é atingido na semana 5. Premissas de dispersão e redirecionamento são estimativas do setor, a calibrar com a coordenação nas primeiras semanas.
Valor único para toda a campanha, com escopo integral e sem alteração. Não há mensalidade, módulo opcional nem item cobrado à parte. Pesquisa de campo, escuta, diretriz por cabo e pauta de mídia estão todos no mesmo valor, sem cobrança por cabo cadastrado nem por resposta coletada. O que define o pacote é a extensão do território, por ser ela que determina o volume de análise semanal.
Valor mínimo por cargo: R$ 70 mil para deputado estadual, R$ 120 mil para deputado federal, R$ 200 mil para senador e R$ 450 mil para governador. Quando a extensão do território indicar faixa inferior, prevalece o valor mínimo do cargo disputado.
Pagamento integral antecipado. Percentuais calculados sobre a ordem de grandeza dos tetos de gasto por cargo. O teto exato varia por estado e é publicado pelo TSE, a confirmar no fechamento. Deputado estadual e federal disputam eleição proporcional e senador disputa em turno único, portanto o segundo turno se aplica apenas à candidatura a governador, onde já está contemplado no valor.
Cada diretriz semanal exige análise dedicada por território, e não a replicação de um painel. Por isso a capacidade é fixa e não acompanha a demanda.